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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Dia 2 - TEC 4

Do ponto de vista anímico acho que o melhor que fiz hoje foi ter ido trabalhar. Apesar de ter havido alguns momentos em que pensei na TEC foi de uma forma muito dispersa e mais focada nas horas em que tinha de tomar a medicação.

Relativamente à problemática do Estrofem, passei parte da manhã a contactar farmácias para não andar a fazer a ronda às capelinhas e sair de mãos a abanar. Naquelas em que consegui falar com alguém, nenhuma tinha o medicamento disponível, assim como os respetivos fornecedores. Numa delas decidiram comunicar diretamente com o laboratório e uns minutos depois deram-me o feedback. Curiosamente o laboratório não tem previsão para distribuição do Estrofem.

Pergunto-me eu, é possível fazer isso sem dizer a ninguém que distribui, comercializa ou prescreve?

Milagrosamente o meu marido conseguiu uma caixinha numa farmácia que não tinha atendido a minha chamada.

Amanhã vou informar o hospital desta situação para que não o prescrevam a outras pacientes. Evita-se o aumento dos níveis de stress pelo desespero de não se encontrar a medicação toda. Lembro-me do sufoco que senti no ano passado quando precisei começar uma injeção exatamente no dia em que me foi receitada e não havia a dosagem pretendida em lado nenhum. Não sabiam de nada no hospital e, aparentemente, já há alguns dias que não estava disponível.

Espero que os mini-nós estejam ativos e se sintam confortáveis na minha mansão luxuosa.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

TEC 4

Precisamente um ano depois da primeira TEC realizei a quarta transferência dos mini-nós 7 e 8 que, segundo a embriologista, são muito bons. Foram descongelados ontem e evoluíram lindamente.

Vi com grande nitidez o endométrio muito espesso e o pontinho brilhante que indicava que os meus belos embriões tinham entrado nas catacumbas.

Já todas as médicas do serviço me efetuaram transferências. Noto na equipa o início de alguma preocupação nas falhas de implantação e hoje em off, recebi a sugestão de substituir o Acfol ou Folicil pelo Natalben pois, além de conter esta substância tem também vitamina D e outros componentes. Estudos recentes apontaram que a vitamina D auxilia a implantação dos embriões.

A espera para o próximo beta vai ser looonga... No dia da criança, ou seja, 1 de junho saberei o resultado.

Tenho um alerta a fazer às meninas que andam a usar o Estrofem. Não sei que raio se passa, mas desde a semana passada que aquilo parece ser a última Coca-cola do deserto, porque está esgotado nas farmácias e os fornecedores não têm stock. Na semana passada consegui uma última embalagem depois de ter ido a alguns locais e hoje continua a secura. Tenho o suficiente até sábado, mas caso não arranje até esta sexta-feira terei de contactar o hospital para arranjar uma alternativa. Está mais difícil de encontrar do que as injeções, não esperava.

Não estou em modo menino Jesus (deitada ou estendida), vou limitar o levantamento de coisas pesadas principalmente durante os primeiros três dias, mas amanhã estarei no ativo.

Sou uma felizarda por todos os descongelamentos terem corrido bem até agora, pelo endométrio não ter pregado partidas e ser rápido a ficar no ponto. Se não for pedir muito, gostava de dar um passo à frente para outro patamar mais agradável. Em 12 meses foram 8 mini-nós que alberguei e isto já é significativo.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

"Está a ficar bonito"

É assim que o meu endométrio se encontra. Está com 7 mm, teoricamente já reúne condições para receber embriões, no entanto a médica estabeleceu como meta mínima 9 mm. Felizmente a este nível não tem havido razões de queixa, o endométrio tem colaborado. Aumentei o Estrofem para 3 comprimidos diários.

Quinta-feira, dia 12 de janeiro, data que assinala o meu 37º aniversário farei a última ecografia antes da TEC e o agendamento da mesma. Em princípio será a meio da próxima semana, o que significa que o beta é por volta do dia 30.

Reflexões acerca deste período vindouro:

Estou a entrar na fase de neutralidade de sentimentos. Cumpro calendário, colaboro no que é solicitado, não quero desenvolver emoções. O modo mecanização está ativo. Estes processos integraram a minha rotina e grande parte do que faço gira em torno disto.

No final da semana passada, por exemplo, fui contemplada com uma colocação laboral temporária que pode durar entre 1 a 8 meses, sabe-se lá, a 20 km de casa, que não é nada para quem fazia por vezes 320 km por dia ou 900 por semana. Espetacular, pensaria eu no passado, contudo desta vez foi o pior que podia ter acontecido, por várias razões. Depois de traçar mentalmente todos os cenários possíveis que envolviam a aceitação desta oportunidade acabei por desperdiçá-la. Esta TEC ou outras que lhe possam seguir foram a razão determinante da recusa. Não seria muito propício apresentar-me ontem ao serviço, hoje faltar, na próxima semana ficar uns dias de repouso, isto só para começar. É a segunda vez que rejeito um trabalho por coincidir com o início de uma transferência.

Por mais que diga ao meu cérebro que não vou fazer a minha vida girar em torno deste assunto, a realidade é outra. A situação que mencionei anteriormente é apenas uma parcela, entre várias, que têm condicionado o nosso dia-a-dia. Não me arrependo que assim seja, contudo é triste que tal tenha de suceder.

Ainda temos 8 mini-nós, supondo que os descongelamentos correm bem e as transferências não deem em nada, até ao fim do ano terei acumulado 6 coitos programados com indutor cancelados, 2 IIU também canceladas e 6 TEC, o que para mim já parece absurdo e um sinal a ter em conta.

2017 será um ano de viragem para o bem ou para uma tomada de decisão acerca da continuidade/fim dos tratamentos.


Vou mandar dois beijinhos delicados para as pequenas M e C, que nasceram hoje, e são as crias da Our baby journey, por quem tenho um enorme apreço. Bem vindas a este mundo, desejo que tenham sabedoria para enfrentar as crueldades que este planeta proporciona, tragam esperança às diferentes gerações e sejam um exemplo inspirador para quem vos rodear. Tenho a certeza que a vossa Mãe vos transmitirá valores de excelência e ensinará o caminho da integridade.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Veredito

Numa rapidez atípica, assim que chegámos ao hospital dirigimo-nos, pela primeira vez os dois, para a sala de espera da zona de ecografia. Poucos minutos depois entrámos na sala da marquesa desconfortável.

O meu marido assistiu à caça do mini-nós perdido, contudo a busca foi infrutífera. Finda a pesquisa no útero o objetivo seguinte foi descartar uma gravidez ectópica. A esse nível também nada foi encontrado, felizmente. Os toques nos ovários foram tudo menos agradáveis.

Seguiu-se colheita de sangue para tirar qualquer dúvida existente relativamente à progressão/retrocesso da hormona beta-HCG.

Como é habitual em dia de beta, por volta das 12h30 regressámos ao HSJ para saber as notícias.

"Esteve quase lá mas ainda não foi suficiente. Teve o que se chama uma gravidez bioquímica. O valor da beta-HCG está a regredir."

Não foi nada que não estivesse à espera. Não sei explicar a razão mas à medida que os minutos passavam no consultório comecei a sentir um alívio o que, à primeira vista, parece uma crueldade. Passei de um estado de revolta e conformismo a um regresso de confiança. O facto de o desfecho ter sido formalizado trouxe-me o sossego que não senti nestas semanas desde o primeiro beta.

Olhando para o que aconteceu, com a cabeça mais fria, penso na hipótese mais frequente associada a este tipo de situação de aborto. Uma percentagem significativa destas perdas prematuras deve-se a uma seleção natural que o nosso corpo faz a embriões com problemas genéticos.

Foi-me entregue o relatório da TEC. A última medição realizada ao endométrio era de 8,3 mm de espessura. Relativamente à ecografia de hoje a cavidade uterina estava vazia, os ovários sem alterações, sem imagens anexiais suspeitas. O beta hoje foi de 29,82.

Agora as novidades. A próxima TEC será já em 2017. Inquiri, de forma intencional, se ia haver alterações no protocolo da sua preparação. A médica voltou com a história do Decapeptyl. Questionei qual o objetivo primordial desse fármaco e ela respondeu o que eu queria ouvir. Lá veio a justificação de garantir a inatividade dos ovários. Foi aí que referi que nunca menstruei com o Decapeptyl e há 22 anos que os meus ovários não trabalham espontaneamente. Finalmente alguém parou para me ouvir! Perante o que disse, a médica perguntou de quantos dias era o meu ciclo, ao que relembrei (pela n ésima vez) que não tenho ciclos, só medicada. Depois de todo este tempo e da minha insistência, uma das quatro especialistas por quem passamos, que até é a diretora do serviço, chegou à conclusão que o Decapapetyl não tem qualquer utilidade comigo!

Lutadoras: questionem uma, duas, três, quatro vezes, caso necessário, se alguma vez acharem que há algo no vosso acompanhamento que não faz sentido.

Após a brilhante conclusão ficou definido que vou induzir a menstruação com Provera (somos tu cá, tu lá há décadas), porque no meu caso não tenho outra hipótese. No terceiro dia desse ciclo farei ecografia e iniciarei automaticamente o Estrofem se assim for necessário. Vai ser uma espécie de ciclo natural, com a diferença que não haverá Pregnyl, porque eu não sou pessoa de ovular assim à balda!

O melhor disto é que ficou uma folhinha na parte da frente do meu processo com a indicação de não prescrever o Decapeptyl e o respetivo motivo, não fosse alguém tratar-me como um enlatado de uma máquina que faz sempre a mesma coisa.

Plano de ataque definido, vamos a datas. A primeira semana de janeiro está no horizonte, já à vista. Será aí que farei a primeira eco. É completamente possível nessa altura porque, para variar, quem manda nos meus pseudo-ciclos sou eu. Só preciso de fazer contas para prever, com um bom rigor, quando devo tomar o Provera para fazer acontecer magia vermelha. Vou atrever-me até a definir como objetivo a realização da TEC no dia em que completo 37 invernos, que é na segunda semana desse lindo mês. A transferência não será feita em dezembro pois haverá limpeza das condutas de ar condicionado no laboratório, que é obrigatória. É completamente compreensível essa situação e, por outro lado, o período natalício acaba por ser mais tranquilo.

Esta tempestade da gravidez ainda não terminou. Estou com perdas de sangue contínuas, embora pequenas, desde 2 de outubro. Poderei ainda sofrer dores intensas que não deverei ignorar, caso surjam. Desconfio também que daqui a uma semana, quando menstruar, haverá um dilúvio intercalado de enormes coágulos e sofrimento à mistura. A hemorragia não poderá prolongar-se por muito tempo sob pena de ficar anémica com tanta libertação de sangue ao longo de várias semanas consecutivas.

Em relação ao feedback neste período conturbado vou responder individualmente a cada guerreira que tanta força me tem dado, mas compreendam que já não será hoje. Estão no meu coração, não me esqueço de vocês e continuo sempre a emanar energia positiva para as vossas batalhas diárias.

Parte de mim está de luto, mas continuo na luta. A força anda aí.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Ei-la à porta!

Quando pensava que ia fazer apenas mais uma ecografia e me iam dizer para passar a 3 comprimidos diários de Estrofem, voltar passados uns dias, etc, etc... O endométrio surpreendeu-me com uns belos 8,3 mm, trilaminar como manda a lei!

"Já podemos fazer a marcação" - ouvi eu. O meu cérebro disse para os seus botões: "What?! Será que percebi bem?" Estava convencida que só na próxima semana iria fazer a TEC.

A transferência anterior foi no dia 17 de maio, esta será a 16 de setembro, às 12h30 e o beta no dia 28.

O protocolo a partir de hoje passou a ser manter o Acfol, aumentar a dosagem de Estrofem (1 comprimido de manhã mais 2 à noite) e iniciar Progeffik de 8 em 8 horas.

Não me posso esquecer de abastecer a bexiga no final da manhã de sexta. Pretendo repousar apenas até domingo e segunda volto à labuta.

O que virá aí? Mistéeeerio como dizia a D. Milú, uma personagem de uma conhecida novela da Globo do final dos anos 80. Continuo cética. Só sei que ao ritmo de TECs que no HSJ são feitas a cada 4 meses, esta é a penúltima oportunidade de ainda poder vir a ser mãe com 37 anos. Não é uma meta esta questão da idade, até porque já ficou para trás o limite que para mim seria desejável. Estou somente a colocar-me na perspetiva de observadora externa, a ver a película da minha vida passando (exatamente assim, em gerúndio). Já que estou numa de novelas, digamos que pareço daquelas soap operas que são idealizadas para ter um determinado número de episódios, mas a dada altura decidem prolongar o enredo recorrendo àquela expressão bem portuguesa de "encher chouriços", levando à exaustão e total aborrecimento os telespectadores que em tempos sentiam algum entusiasmo com a estória. Estou enfadada de mim mesma. Farta de pseudo-reviravoltas que redundam em desilusão. Serei demasiado ambiciosa ao desejar que por uma vez isto resulte? Não sou merecedora?

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Diz que é uma espécie de título

Na falta de ideias para um título que sintetize o que aqui vou escrever, fica este que é polivalente.

Dia 5 de setembro, como combinado com a médica que me atendeu a 22 de agosto, entrei em contacto com o hospital para dizer que não menstruei após a injeção de Decapeptyl. A técnica administrativa transmitiu a informação à médica de serviço e duas horas depois ligou-me de volta para marcar ecografia para esta manhã.

Lá fui hoje mostrar o meu endométrio e a única coisa a comentar acerca dele é que está linear. Logo no início da ecografia a médica quis confirmar que já estava a tomar Estrofem. Ela pensava que já o estava a fazer. Respondi que o que fora estipulado dia 22 foi eu telefonar até dia 5, pois iniciaria Estrofem supostamente no segundo dia do ciclo. Uma vez que não aconteceu nada, cumpri o acordado.

Desde o dia do Decapeptyl até hoje, o meu processo passou por 3 médicas e parece que há alguma informação que se perde, não é sequer registada ou a análise do processo é feita numa diagonal muito sinuosa. Sempre que saímos da sala de ecografia trazemos connosco o processo para entregar na receção. Não tem lá nada descritivo, limita-se a registos de medidas, contagens e datas. É muito padronizado e não vejo campos que permitam acrescentar elementos diferenciadores dos pacientes. Depois daquela afirmação por parte da médica fiquei a entender que por esta altura já deveria estar numa fase de espessamento do endométrio com Estrofem, mesmo não tendo o vermelho malvado acenado para mim. Logo que cheguei a casa tomei o primeiro comprimido. Vou manter a dose regulamentar de 2 comprimidos diários durante 7 dias, voltando a repetir ecografia na próxima terça-feira, 13 de setembro.

Comentei acerca do mau estar que tenho sentido nestas semanas e deve-se de facto ao Decapeptyl. Todos os efeitos secundários que a médica começou a enumerar são-me deveras familiares, uns acompanham-me agora, outros manifestaram-se na preparação da TEC anterior.

Continuo sem ânimo, não há encanto, medo, nervoso miudinho daquele bom, parece que estou a participar num sorteio. Cumpro, é isso.

Lamento a franqueza mas a inércia tomou conta de mim.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Mecanização...

Tal como previsto nos meus planos foi hoje o dia de estrear a nova temporada da novela que me segue há uma parte substancial da vida. Esta chamar-se-á TEC 2 e o primeiro take foi realizado na sala de ecografias, com a marquesa ainda mais desconfortável do que é habitual.
Dois dos protagonistas (ovários) permaneciam no seu sono habitual e o endométrio estava com 5,4 mm de espessura.

A grande novidade deste ciclo de preparação da TEC é... nenhuma. A injeção de Decapeptyl 3,75 já está dada e vou aguardar no máximo 15 dias para que algo aconteça. Amanhã retomo o Acfol e se menstruar neste tempo de espera, no segundo dia do ciclo inicio novamente terapêutica de Estrofem (2 comprimidos diários). Caso o guião dos episódios não tenha sofrido alterações e não menstruar outra vez, à semelhança da temporada anterior, no dia 5 de setembro telefono para o hospital para agendar ecografia.

A médica disse que vamos "adormecer os ovários com o Decapeptyl". Irónico, não?! A Bela e a Adormecida (nicknames com que batizei hoje aqueles dois) não fizeram outra coisa durante vinte e tal anos! Se calhar, se não sofressem de dormência crónica, nem andava a engrossar estatísticas relacionadas com infertilidade... Confesso que ainda não percebi a insistência no uso do Decapeptyl.

Porquê o título Mecanização? É exatamente o que está a acontecer. O processo está a transformar-se numa linha de montagem. Sem emoções, expectativas, uma descrença assustadora. Faço-o com empenho e responsabilidade, o problema é que a minha racionalidade está a apagar a centelha que em tempos brilhou alimentada pela esperança.

Em conversa comigo mesma estabeleci que irei fazer repouso apenas no dia transferência e no seguinte. A partir daí farei vida normal, com a ressalva de evitar carregar pesos. Se houver algum sangramento a história será diferente, mas não havendo nada em contrário, não vou repetir aqueles 5 dias de dolce far niente.

Há muitos que deixam o destino nas mãos de uma divindade, agarrando-se à fé. Feliz ou infelizmente sou ateia, desde que me lembro, embora por força do contexto sociofamiliar/cultural e dado que enquanto se é criança não há muito voto na matéria, cumpri alguns preceitos católicos. Fi-los contrariada, assim como fiz questão de o dizer à família. Admiro quem tem a capacidade de acreditar numa força maior que tudo, não tenho essa aptidão. Se calhar é uma desvantagem para mim neste momento, assim como poderá ter sido há uns anos quando vi que a beleza que atribuímos à palavra Vida é uma tremenda imbecilidade quando, de um segundo para outro, ela desaparece.

Quem está a ler este desabafo deve estar a pensar "PL, anda uma nuvem negra em cima de ti carregadinha de energia negativa". Eu respondo "Gato escaldado..."

terça-feira, 12 de abril de 2016

Cada vez mais perto

Como previsto, realizei esta manhã a ecografia e ficou delineado o plano para a TEC.

O endométrio está com uma espessura de 5 mm e o próximo passo será a aplicação de Decapeptyl 3,75 mg daqui a umas 3 horas. O momento do dia para a administração deste injetável por via intramuscular é indiferente, estou apenas a aguardar a chegada da injeção à farmácia.

Amanhã começarei a tomar Acfol (ácido fólico) em jejum e quando tiver a hemorragia de privação entro novamente em contacto com o hospital. No segundo dia do ciclo vou dar início ao Estrofem de manhã e à noite (em intervalos de 12h), voltando a fazer ecografia aproximadamente no 9º dia do ciclo para verificar como se encontra o endométrio. Desde que esteja trilaminar, com uma espessura a partir dos 8 mm, é chegada a hora da marcação da TEC.

Não faço a mínima ideia da altura em que a transferência poderá ocorrer, está dependente da resposta ao Decapeptyl. Uma certeza tenho, esta semana não será certamente. Relativamente ao endométrio não conto com surpresas desagradáveis, tem-se portado bem até ao momento.